Ponte de Anta

Um bairro com história

Foi no ano de 1969 que se começou a desenhar aquele que seria o maior complexo habitacional na zona noroeste da freguesia, através do Fundo de Fomento da Habitação (FFH). Já em janeiro de 1977, o Presidente da Câmara Municipal de Espinho, à data, anunciou a construção de 310 fogos na Ponte de Anta, uma zona privilegiada da freguesia, junto à ribeiria do Mocho e poucos minutos a pé do mar. Uma primeira fase de construção trouxe 150 fogos com uma renda económico e logo no ano seguinte iniciou-se outra fase com o mesmo número de habitações.

Bairro nos dias de hoje

Atualmente, existem 99 fogos de gestão municipal no bairro: 12 no designado “Bairro da Câmara, Bloco F” e 84 que integram o designado Conjunto Habitacional da Ponte de Anta, que é composto por 5 Blocos, com 48 fogos de tipologia T2, 36 de tipologia T3 e 5 espaços destinados a comércio, distribuídos por 4 pisos (rés-do-chão e 3 pisos), que foi construído no ano de 2002, ao abrigo do Programa Especial de Realojamento – PER. Existem ainda 3 fogos “dispersos”, localizadas nos Blocos O, P e F do Bairro da Ponte de Anta, que são geridos pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU).

construção bairro ponte de anta

Anos 80 e a 3.ª fase do projeto

Na década de 80 iniciaram-se as diligências para a construção de mais 156 fogos por parte do município de Espinho, que teve a autorização do Estado para avançar com a empreitada em 1984. A ideia foi o aproveitar os terrenos e projetos do FFH já existentes, uma vez que poderiam ser abandonados devido à sua extinção. Assim em 1985 avançaram 52 fogos, mais de 54 em 1986 e, por fim, mais 56 em 1989, perfazendo um total de 162 fogos.

campo da ponte de anta

Comunidade bairrista e com orgulho em Anta

O complexo habitacional da Ponte de Anta é a casa de cerca de 3 mil antenses. À sua volta foram proliferando serviços de proximidade, como um Centro Comunitário ou um Espaço do Cidadão, bem como coletividades e grupos culturais e desportivos.

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