Idanha
O lugar a nordeste da freguesia, que congrega outros lugares como a Lagarta, Louredo, Coteiro, Cavadinha, Além do Rio e Lameirão.
Origens perdidas no tempo
Este importante núcleo populacional da freguesia é mencionado como “Eydaya” nas “Inquirições de D. Dinis”, entre os anos de 1220 e 1238, estando ligado a Guetim. Apesar da necessidade de se realizarem mais estudos sobre este lugar, é reconhecida a sua importância na ligação entre os territórios antenses e guetinenses, que foi por vezes também marcada por momentos de tensão.

Os protestos contra a A29
O início da década de 90 ficou marcado pelos protestos de vários antenses devido ao corte profundo que a nova autoestrada trouxe à freguesia, separando o centro de Anta da Idanha. Foram várias as ruas que ficaram sem saída, sendo hoje testemunhas vivas de uma antiga freguesia, sendo exemplo disso a antiga Estrada Municipal 511.

Capela de S. Vicente
A construção da capela deu-se no ano de 1885. Já em 1960 deu-se a construção da torre sineira que lhe é tão característica. Antes da construção desta capela, a população da Idanha prestava culto à Nossa Senhora da Imaculada Conceição, num outro edifício pertencente à família “Pinto”. Na atual capela pode encontrar-se a imagem da santa e, junto a esta, encontram-se os fetos de duas crianças gémeas, um menino e uma menina, perfeitamente reconhecíveis, que já vieram da anterior capela. Todavia, não se sabe qual a sua origem.

Terra de tradição e folia
A Idanha é terra de um forte bairrismo, em que o seu tradicional Carnaval Saloio anima todos os anos a freguesia. A sua primeira edição remonta ao ano de 1965, sendo hoje o único desfile carnavalesco do concelho de Espinho. Em julho, festeja-se também o patrono do lugar, S. Vicente.
